Páginas

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Bobcats draft - Mason Plumlee

Plumlee foi um dos destaques da NCAA na temporada que se passou

Experiência: Senior, 22 anos
Universidade: Duke
Posição: ala-pivô/pivô
Altura: 2,08m

Médias em 2012-2013: 34.7 minutos, 17.1 pontos, 10.0 rebotes, 1.9 assistências, 1.0 roubo de bola, 1.4 toco, 2.9 erros, 59.9% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 68.1% de aproveitamento nos lances livres

Características: irmão de Miles Plumlee (Indiana Pacers), Mason é irmão mais talentoso da família, que ainda tem Marshall Plumlee, que vai para o segundo ano na Universidade de Duke. Mason é um pivô de boa mobilidade, atlético e que coleta muitos rebotes. Finalizador explosivo em baixo da cesta, joga com muita intensidade e tem um sólido arremesso de média distância. Além disso, Mason tem um bom passe. Sua defesa de garrafão é razoável e ele precisa ganhar força física para encarar os pivôs da NBA e diminuir a quantidade de desperdícios de bola, que é alta para um jogador da posição. Mason também precisa melhorar seu jogo no low post.

Comparações: Josh McRoberts (Charlotte Bobcats) e Kris Humphries (Brooklyn Nets)

Chances de parar no Bobcats: A previsão de Plumlee é de que ele saia entre 10ª e 20ª escolha, escolhê-lo na quarta é incogitável. As chances dele acabar no Bobcats são caso a equipe decida trocar sua escolha e descer um pouco. Mason foi entrevistado pelo Bobcats no Draft Combine, o que dá a entender que a equipe cogita sua escolha.

Créditos totais ao Jumper Brasil.

domingo, 2 de junho de 2013

Rockets deve negociar Thomas Robinson; Bobcats interessado

Thomas Robinson no banco, onde passou a maior parte do tempo na última temporada
O Bobcats parece estar realmente disposto a reforçar o seu garrafão. Após os rumores que dão conta de que a equipe estaria interessada em DeMarcus Cousins, outros dizem que a equipe deve ir atrás de Thomas Robinson, quinta escolha do último draft pelo Kings, mas que atualmente está no Houston Rockets.

Vale lembrar que, antes do Draft, Robinson era considerado o principal candidato a ser a segunda escolha (escolha do Bobcats) e muitos defendiam a escolha dele sobre MKG. No fim, T-Rob acabou sendo escolhido pelo Kings, onde não teve muitas oportunidades.

Trocado então para o Rockets, continuou na mesma situação e atualmente não se encontra nos planos da equipe. Ao final da temporada, ele apresentou médias de 4.8 pontos e 4.5 rebotes em 15 minutos de exibição por noite. Ainda assim, é um grande talento e seria um belo upgrade no garrafão de Charlotte.

As prioridades da equipe de Houston por Robinson seriam escolhas de draft ou contratos não-garantidos, já que a intenção é abrir cap para a contratação do pivô Dwight Howard. Segundo o Bleacher Report, o Bobcats poderia oferecer a escolha protegida vinda do Portland Trail-Blazers, o que seria fácilmente aceito pelo Rockets.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Bobcats estaria interessado em DeMarcus Cousins

Cousins estaria na mira do Bobcats (Foto: Basket4us)
Segundo fontes da ESPN, três times estariam interessados em contar com o PF/C DeMarcus Cousins na próxima temporada: o Cleveland Cavaliers, o Dallas Mavericks e o Charlotte Bobcats. Inclusive já teriam feito os primeiros contatos com o Sacramento Kings, para saber a situação do jogador na franquia, que têm tido problemas com o treinador Keith Smart.

As três equipes interessadas em Cousins, estariam dispostas a ceder suas escolhas de draft para contar com o jogador. O Bobcats atualmente tem a quarta escolha que, apesar do draft fraco, pode ser uma moeda de troca tentadora à equipe californiana. O Cavaliers tem a primeira e a 19ª escolhas no próximo recrutamento, enquanto o Mavs tem a 14ª.

Cousins tem 22 anos e atua na NBA desde 2010. Na última temporada, manteve médias de 17.1 pontos, 9.9 rebotes e mais de 46% de aproveitamento nos arremessos. O ponto negativo, porém, seriam os constantes problemas disciplinares do pivô, que foi suspenso algumas vezes durante a temporada passada.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

O Bobcats e o troca-troca de treinadores


Ser treinador é uma tarefa árdua, cansativa. Normalmente, na maioria dos esportes coletivos, quando a coisa começa a dar errado para a equipe, a culpa é colocada em quem? No treinador. No basquete, na NBA, até se tem mais paciência com os treinadores. No entanto, em algumas equipes, é diferente. Este é o Charlotte Bobcats.

Para se ter uma idéia, em dez anos de existência, a franquia da Carolina do Norte terá o seu sexto treinador. O cara que mais tempo conseguiu permanecer no comando da equipe, foi também seu primeiro treinador, Bernie Bickerstaff, que ficou no cargo de 2004 a 2007, por três temporadas. Não foi tão bem assim, o que é normal para uma franquia nova, mas teve tempo para trabalhar. No mais, apenas Larry Brown e Paul Silas conseguiram ficar mais de uma temporada.

Isso explica-se, um pouco, pelas apostas erradas feitas pela franquia, que já teve dois treinadores demitidos com apenas uma temporada no cargo. Foram Sam Vincent, em 2007 e, mais recentemente, Mike Dunlap. Eles não tinham nenhuma experiência na NBA, ou muito pouca. Apostas ruins. E o pior é que, quando o Bobcats efetivou Dunlap no cargo, já tinha tido a experiência ruim com Vincent. Michael Jordan e CIA parecem não aprender com os erros.

As vezes, é preciso mudar, sim. Porém, em algumas situações esse troca-troca de comandante pode ser prejudicial para a equipe e, no caso do Bobcats, é. Trocar de treinador não é apenas trocar o rostinho que fica ali no banco. Um novo treinador significa muito mais, novas ideologias, novos esquemas, nova forma de tratar e trabalhar com os atletas.

Trocar o comandante do barco muitas vezes pode acabar até sendo prejudicial. Ainda mais em equipes jovens como o Bobcats. Kemba Walker e Bismack Biyombo, por exemplo, terão seu terceiro treinador em três temporadas na NBA. Quando eles começam a se adequar no esquema de um, ele acaba caindo. Então, recomeça o processo de adaptação ao novo comandante, o que acaba prejudicando, retardando a evolução desses jovens jogadores.

A equipe de Charlotte já escolheu seu novo treinador, é Steve Clifford, ex-assistente técnico de Mike Brown e Mike D’antoni no Los Angeles Lakers. Ele chega como uma aposta, também. Prém, ao contrário de Dunlap e Vincent, Clifford tem uma vasta experiência na NBA. Apesar de nunca ter sido treinador, ele possui 30 anos de experiência dentro da Liga e já foi assistente de treinadores respeitados, como os irmãos Van Gundy.

A aposta foi muito elogiada, espera-se que dê certo. Clifford chega recebendo um contrato de três anos, o que parece demonstrar que ele terá o devido tempo para implantar sua cara no time. A diretoria agora está temtando aprender com os erros do passado não tão distante, agora querem acertar.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Steve Clifford é o novo treinador do Bobcats

Steve Clifford será o treinador do Bobcats para a próxima temporada
O Bobcats anunciou ontem (27) seu novo treinador para a próxima temporada: Steve Clifford, ex-assistente técnico no Los Angeles Lakers, chega para substituir Mike Dunlap, demitido após apenas uma temporada no comando da equipe.

Clifford, apesar de nunca ter treinado nenhuma equipe na NBA, tem uma vasta experiência. Ele é assistente técnico na liga desde 2001, quando começou no New York Knicks. Desde então, trabalhou no Houston Rockets (2003-2007), Orlando Magic (2007-2012) e Los Angeles Lakers (2012-13), sendo assistente treinadores renomados como Stan Van Gundy e Jeff Van Gundy.

JVG que, aliás, encheu Clifford de elogios:

"Ele tem tudo. Ele tem uma grande capacidade de ensinar e ele tem grandes relações com os jogadores. Ele é muito bom em preparação. Ele não vai ter todos os atalhos. Steve irá colocar uma grande ênfase no desenvolvimento de jogadores. Não apenas o desenvolvimento de habilidades, mas conversando com vocês, individualmente, gastando tempo com eles. E na quadra, ele vai enfatizar a defesa, movimento da bola e caras tocando juntos. Ele será um treinador fabuloso" .

Como disse JVG, Steve irá priorizar a defesa e a movimentação de bola. Estes são dois pontos fracos do Bobcats, principalmente a defesa da equipe, que foi uma zona (literalmente) com Mike Dunlap. Na movimentação de bola, a equipe até fazia bem em algumas jogadas, mas quase sempre pecava no quesito, tendo o ataque desorganizado.

Clifford assinou um contrato de três anos com o Bobcats, o que leva a crer que a equipe dará tempo ao seu novo treinador, algo que é essencial, pois ele, apesar de ter experiência, não deixa de ser uma aposta.

Opinião:

Gostei muito da escolha por Clifford. Apesar de ser uma aposta, ele é um treinador com experiência dentro da liga, ao contrário de Mike Dunlap. Por ser um treinador que ênfatisa a defesa, ele já tem o meu voto de confiança.

Os rumores de que ele trará Patrick Ewing, um dos candidatos a vaga anteriormente, lhe dá mais pontos positivos.  Parece que desta vez, Mike acertou na escolha. Descobriremos em breve.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Bobcats surpreende e demite Mike Dunlap

Image and video hosting by TinyPic
Segundo fontes, os jogadores não gostavam do modo como Dunlap comandava as coisas...
O Bobcats surpreendeu a muito ao, na tarde desta terça-feira, anunciar a demissão do treinador da equipe, Mike Dunlap. Dunlap treinou os Cats por uma temporada, conseguindo o recorde de 21 vitórias e 61 derrotas.

Muito especula-se sobre o motivo da surpreendente decisão do GM Rich Cho e do presidente de operações Rod Higgins - que contaram com o apoio de Michael Jordan, mas diz-se que o principal deles foi a forma como Dunlap dirigia as coisas. Segundo pessoas ligadas a franquias, o ex-treinador tratava os jogadores com arrogância e não sabia lidar com os egos de jogadores mais experientes. Inclusive teve uma discussão áspera com Ben Gordon.

A verdade é que a temporada do Bobcats, em si, foi dentro daquilo que se esperava da equipe. Talvez o bom início da equipe tenha iludido um pouco, porém era esperado um número de vitórias na casa dos 20 e Dunlap conseguiu. Porém eu, particularmente, não gostava dele como treinador. Fazia péssimas rotações e não tinha confiança nos novatos, futuro da franquia.

Agora, especula-se muito sobre quem assumirá o comando da equipe, que já teve cinco treinadores em dez anos de existência. Algumas apostas como Mike Malone, Kevin Sampson, Patrick Ewing e Quinn Snyder, além de outros que já tem experiência como Nate McMillan, Byron Scott, Alvin Gentry, Doug Collins, Mo Cheeks e os Van Gundy são especulados para o cargo.

Cargo que agora é muito mais atraente do que na offseason passada - quando Bobcats contratou Dunlap -, naquela época a equipe era a pior da história e não tinha dinheiro para a contratação de bons nomes. Agora, a equipe melhorou, terá um bom espaço no cap salarial e novamente uma escolha que deve ser top cinco no próximo draft.

Enfim, agora é deixar nas mãos de Cho, Higgins e Jordan. A equipe já errou bastante nesse assunto e chegou a hora de acertar. É especulado que até o dia 27 de julho, data em que ocorre o draft, a equipe conheça seu novo treinador.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Bobcats troca Matt Carroll por Hakim Warrick

O Charlotte Bobcats e o New Orleans Hornets fecharam uma troca na noite desta terça-feira envolvendo dois jogadores. A franquia da Carolina do Norte vai receber o ala-pivô Hakim Warrick, enquanto o armador Matt Carroll reforçará o time da Louisiana.

Warrick chega para ajudar o Bobcats em uma das posições mais carentes do elenco, mas foi elogiado pelo gerente-geral Rod Higgins por sua versatilidade. “Nós estamos em adicionar um jogador da habilidade e experiência na NBA de Hakim. Sua condição atlética permite que atue em várias posições, o que vai fazer mais tranquila sua transição ao sistema de Mike Dunlap”, avaliou.

O Hornets aumenta suas opções para a posição um com a aquisição de Carroll. Ele disputará minutos com o titular Greivis Vasquez e o calouro Brian Roberts. Higgins só teve elogios ao agora ex-atleta da franquia. “Matt foi um profissional dentro e fora de quadra em sua passagem por Charlotte e queremos agradecê-lo por tudo que adicionou à franquia”, declarou.

Tanto Warrick, quanto Carroll estavam fora da rotação de suas equipes desde o início da temporada. Ambos atuaram em apenas uma partida da campanha de suas equipes. O ala-pivô anotou quatro pontos em sete minutos de ação. Já o armador distribuiu uma assistência em seis minutos dentro de quadra.

Créditos - Jumper Brasil